Quando a decisão é pontual e cara — uma aquisição, uma disputa, uma reportagem —, você precisa do mapa societário completo, do patrimônio rastreável e das red flags cruzadas de um alvo específico. Não é a triagem contínua do compliance: é a investigação a fundo de um único perímetro.
Para fazer a due diligence de uma empresa, o CFO monta o perímetro do alvo a partir do quadro de sócios (QSA) da Receita Federal — um grafo de dois níveis com controladoras, controladas e empresas-irmãs — e cruza cada nó com patrimônio (aeronaves no Registro Aeronáutico Brasileiro), crédito público (BNDES/FINEP), contratos com o governo (PNCP) e red flags (dívida ativa da PGFN, sanções CEIS/CNEP, embargos do IBAMA). Um único CNPJ vira um mapa investigável.
Amarrado às fontes: o mapa societário em grafo, o screening de sanções e dívida ativa e a posse de aeronaves.
Controladores reais, controladas e empresas-irmãs por sócio em comum. O perímetro completo do alvo — não só o CNPJ que assina o negócio.
Aeronaves (ANAC/RAB), crédito público tomado e contratos com o governo como recebíveis — ativos de alto valor que pesam no valuation e na disputa.
Dívida ativa (PGFN), inidoneidade (CEIS), Lei Anticorrupção (CNEP), embargo ambiental (IBAMA) e trabalho escravo (MTE) — propagadas pelo grafo, com vigência.
Mapeie o perímetro societário, os ativos relevantes e a exposição do alvo antes de assinar ou litigar — o contexto que muda valuation e estrutura.
Reconstrua vínculos entre pessoas e empresas em dois níveis e detecte sinais de conflito de interesse e concentração — cada ponto auditável na fonte.
Siga o rastro societário e patrimonial e exporte o achado com cada dado ancorado numa fonte pública citável — pronto para publicar com segurança.
O foco. A solução de compliance e KYC serve à triagem contínua de onboarding e PLD-AML — muitos clientes, de forma recorrente. A due diligence investigativa é o raio-x profundo e pontual de um alvo específico: uma empresa em processo de aquisição, uma contraparte em litígio ou o objeto de uma reportagem. Aqui o valor é a profundidade da investigação patrimonial e societária, não o volume de triagens.
A partir do quadro de sócios e administradores (QSA) da Receita Federal, o CFO monta um grafo de até dois níveis: quem controla o alvo, o que ele controla e com quem divide sócios (empresas-irmãs). Cada empresa do grafo carrega os próprios sinais — dívida ativa, sanções, aeronaves, crédito público — então uma red flag dentro do perímetro societário aparece no mapa. É um mapa de vínculos por indício, não uma declaração oficial de grupo econômico.
Em parte, com dado aberto: aeronaves registradas em nome da empresa ou de quem a controla (Registro Aeronáutico Brasileiro, ANAC/RAB), crédito público tomado (BNDES/FINEP) e contratos com o governo (PNCP) como recebíveis. Não é um levantamento de bens completo (não temos imóveis nem contas), mas revela ativos de alto valor e a estrutura de capital que pesam num M&A ou numa disputa.
Inscrição na Dívida Ativa da União (PGFN), inidoneidade no CEIS, punição pela Lei Anticorrupção (Lei 12.846/2013) no CNEP, embargo ambiental (IBAMA) e trabalho escravo (Lista Suja do Ministério do Trabalho) — cada uma com vigência calculada e propagada pelo grafo societário, para que um sinal numa coligada não passe despercebido.
Sim. Repórteres de dados usam o grafo para seguir o rastro entre pessoas e empresas, cruzar com aeronaves, crédito e contratos do governo e exportar o achado — cada ponto ancorado numa fonte pública e citável, o que é essencial para publicar com segurança.
Solicite acesso e transforme um CNPJ no mapa societário, patrimonial e de red flags que uma decisão de M&A ou litígio exige.