Publicado em · Atualizado em · Atualiza com: Dívida Ativa da União (PGFN), trimestral.
A concessão de limite considera a inscrição na Dívida Ativa da União (PGFN), a situação cadastral, o crédito público contratado no BNDES e na FINEP e a exposição somada do grupo econômico. As demonstrações financeiras de uma empresa não registram o crédito contratado pelas empresas ligadas a ela por sócio em comum; o grafo societário apura essa exposição.
Para fazer a análise de crédito de uma empresa por CNPJ, o CFO reúne quatro leituras oficiais: a situação cadastral e o porte na Receita Federal, a inscrição na Dívida Ativa da União na PGFN, o crédito público tomado no BNDES e na FINEP como medida de alavancagem, e a exposição consolidada do grupo econômico. O tomador pode apresentar situação cadastral ativa enquanto a controladora consta inscrita em dívida ativa e a empresa-irmã registra R$ 40 milhões contratados no BNDES. A exposição relevante fica, nesse caso, fora do CNPJ analisado.
Amarrado às fontes: o screening de dívida ativa e sanções, os créditos BNDES/FINEP e o grupo econômico.
Inscrição na Dívida Ativa da União por CNPJ, com valor e situação. A inscrição pode estar parcelada, garantida ou em discussão judicial, e a página indica essa condição.
Financiamento e fomento contratados: valor, produto e situação da operação. O registro indica capacidade de acesso a crédito e, somado no grupo, mede exposição.
Grafo de dois níveis por sócio em comum e participação societária, com as red flags de cada empresa propagadas pela rede: a exposição consolidada do perímetro.
Situação cadastral (ativa, suspensa, inapta, baixada), porte, capital social e CNAE: os dados de qualificação prévia do tomador, anteriores à análise financeira.
Na consulta web, o CNPJ apresenta os alertas na aba Sinais e o grupo econômico em grafo, com a inscrição em dívida ativa e o crédito público propagados pela rede. Pela API REST, os dados cadastrais, o quadro societário e o bloco de sinais são entregues em JSON, para integração ao motor de concessão sem coleta adicional.
Perfis em que a leitura da contraparte antecede o desembolso e determina o limite concedido.
Inscrição em dívida ativa, situação cadastral e crédito público do grupo, apurados antes da aprovação de limite ou da antecipação de recebível.
Qualificação de sacado e cedente pelo grupo econômico, além do CNPJ que assina a operação, com exposição consolidada no momento da decisão.
Precificação de risco sobre todo o grupo econômico: sanção vigente, inscrição em dívida ativa e concentração de crédito público não registradas nas demonstrações.
Não. O CFO não tem score proprietário, não é restritivo de crédito privado e não consulta fontes fechadas. Organiza e cruza dados públicos e oficiais por CNPJ — Dívida Ativa da União (PGFN), situação cadastral na Receita Federal, crédito público do BNDES e da FINEP, sanção administrativa, ativo registrado e rede societária — para instruir a análise de risco. É insumo de análise, não veredito.
A inscrição na Dívida Ativa da União indica débito de tributo ou de outra natureza não pago e já inscrito para cobrança pela PGFN. É um sinal relevante de saúde fiscal, mas honesto: pode estar parcelado, garantido ou em discussão judicial. Por isso o CFO apresenta o valor e a situação da inscrição, sem classificação de adimplência; a leitura cabe a quem concede.
Porque o mesmo registro indica capacidade e exposição. Ter contratado financiamento público indica que a empresa passou por análise e foi considerada financiável. O volume de crédito somado em todo o grupo econômico, por outro lado, mede exposição: uma empresa de pequeno porte dentro de um grupo alavancado apresenta risco que as demonstrações dela, isoladas, não registram.
É a leitura consolidada de todas as empresas ligadas por sócio em comum e por participação societária, em até dois níveis. Na análise de crédito, a exposição relevante consta com frequência de outra empresa do perímetro: a empresa-irmã inscrita em dívida ativa, a controladora com sanção vigente ou o crédito somado do grupo. O CFO monta esse grafo a partir do quadro societário da Receita Federal e propaga as red flags pela rede.
Em boa parte, sim. A API REST retorna por CNPJ, em JSON, os dados cadastrais, o quadro societário e o bloco de sinais — alertas (inscrição em dívida ativa, sanção vigente) e capacidade — para integração ao fluxo de concessão. O grafo do grupo montado e o detalhe de cada operação de crédito público são recursos da consulta web (exposição por API no roadmap).
No ritmo de cada fonte oficial: sanções CEIS/CNEP diariamente; cadastro da Receita e operações BNDES/FINEP mensalmente; a Dívida Ativa da PGFN a cada publicação trimestral. Os dados refletem o último snapshot oficial e podem conter defasagem da própria fonte.
O cadastro dá acesso à consulta web e à API REST, com os sinais de risco de cada empresa do grupo já cruzados por CNPJ.
Enviamos um código para . Chega em segundos — se não vier, olhe o spam.
Falta só criar sua senha. É com ela que você entra nas próximas vezes.